Anestesista carioca ganha certificado internacional em medicina da dor

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Anestesista carioca ganha certificado internacional em medicina da dor

RIO — Quem está livre da dor? No Brasil, estima-se que entre 30% e 40% da população conviva com algum incômodo crônico. Entre os médicos que se dedicam a investigar formas de alívio e cura para um problema universal e de causas tão diversas, há 900 no mundo com o certificado internacional FIPP (Fellowship of Interventional Pain Practice), oferecido pelo WIP (World Institute of Pain). Dos 12 brasileiros, um é carioca e vive na Barra: Paulo Renato Fonseca, nomeado em dezembro.

Tratar a dor de forma minimamente invasiva é o que busca o anestesista, que comanda a Aliviar Medicina da Dor, no Barra Life, prevendo que “2016 será o ano da dor nas articulações”, baseado no aumento dos casos. No último semestre, a clínica importou um aparelho suíço de tratamento por ondas de choque mecânico (semelhante a ondas acústicas), para tratar tendinites e lesões ortopédicas severas, entre calcificação do ombro, cotovelo de tenista, fascite plantar e tendinites. A sessão dura meia hora.

— Este é um método curativo, equivalente a um procedimento cirúrgico, mas não usa remédios nem agulhas e não é invasivo, embora um pouco doloroso. Em geral, os pacientes que recebemos na clínica já passaram por vários médicos. Eles chegam com o diagnóstico de suas dores e recebem tratamento específico — diz o especialista, eleito também diretor científico da Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED).

O controle da dor está entre as condições essenciais da qualidade de vida, frisa, especialmente entre idosos, que sofrem com doenças degenerativas. Nos mais jovens, as inflamatórias são mais comuns.

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This article was written by rhymr