Psicologia e dor

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Cleider Silveira Bermudez

Toda sensação de Dor física possui uma representação no mundo psicológico. A dor do membro fantasma (sensação de dor em membro amputado, retirado do corpo, não mais existente) ilustra muito bem tal afirmação. Por isso, é salutar a participação da Psicologia no tratamento da Dor física, pois tal sentimento de sofrimento invariavelmente repercute na mente.

Sentiremos dor, indicaremos sua localização, curso, intensidade, forma e duração, em grande parte de acordo com o julgamento de nossa mente: interpretação de nossa sensopercepção, ou sensibilidade à dor, à respeito do estímulo identificado como ofensivo. A Dor, portanto, possui um caráter significativamente subjetivo, e este é o campo de ação da Psicologia.

Paralelamente a doenças físicas/corporais podem ocorrer transtornos emocionais, tais como: ansiedades específicas ou generalizadas, depressões em vários graus, bipolaridades, pânico, fobias, obsessões/compulsões, etc.. que atuam na regulação da sensibilidade à Dor.

Identificar e exercitar comportamentos mais saudáveis, encorajar a construção de condutas positivas e extinguir hábitos nocivos ao bem estar geral é o primeiro passo do tratamento, com resultados visíveis já em curto prazo.

Através de métodos psicodramáticos como Vivênciais e Sensibilização Corporal, e técnicas como o Desdobramento do Eu, Inversão de Papéis, Interpolação de Resistências, Concretização da Dor… os pacientes beneficiam-se de excelentes resultados.